Vivenciar, praticando, as teorias estudadas durante o Curso, de hábitos de responsabilidade e trabalho, entrar em contato com a comunidade, promovendo momentos que oportunizam a melhoria de aprendizagem estes deveriam ser os objetivos do estágio supervisionado em cursos de licenciatura.


Embora nem sempre seja dada a devida atenção, esta disciplina se constitui num momento muito importante da formação profissional. Quando sua execução não é distribuída no decorrer do curso, as atividades se acumulam para o último semestre e ai a qualidade no cumprimento dão lugar à urgência na entrega dos relatórios.


Segundo David Kolb, desenvolvedor da Teoria da Aprendizagem Experiencial, a prática nos leva a quatro estágio de vivência:


Ao vivenciar uma nova situação, esta nos leva a observação, reflexão e formação de conceitos e generalizações e darão origem a novas hipóteses que, testadas, nos direcionam à novas experiências. Deve-se ter o experimento do estágio como ocasião para reflexão, pois, em sua duração é possível vivenciar várias atividades referentes à prática docente aumentando o rendimento acadêmico do educando.


Se nos ativermos a cada momento e o que é possível extrair dele nos surpreenderemos com o resultado: a transformação da experiência em aprendizagem, re-formando a prática docente.

Por: Luciene Santos

Olá amigos blogueiros, estou aqui com a missão de explicar de forma simples e resumida o que diz a lei nº 11.788, de Setembro de 2008, que é a lei que fala sobre o “estágio”, e também fazer algumas observações sobre determinados tópicos da lei.

“O estágio é o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos.”

Essa introdução é encontrada no capítulo 1, artigo 1º da lei, porém já uma diferença entre o teórico e o prático, pois pra quem já passou, pela fase de fazer estágio, acreditar ao pé da letra que todos fazem o estágio como manda a lei, é a mesma coisa acreditar que o Papai Noel existe, ou que o Elvis não morreu e está na Jamaica, sou formado em pedagogia, e desde quando entrei na faculdade sempre ouvi “histórias” que uma amiga da minha amiga conhece uma diretora ou coordenadora que assina os estágios numa boa, e vamos ser bem sinceros vocês também já devem ter ouvido algo semelhante, não estou condenando a atitude de quem este tipo de estágio, pois o intuito é mostrar como a lei entra em contradição, pois logo no começo da lei está escrito “ ato educativo escolar supervisionado”, posso dizer que fui um sorteado pois consegui fazer de maneira correta sem conhecer uma diretora ou coordenadora “ amiga”, agora uma pergunta para uma resposta rápida, quem é responsável por fiscalizar se o estágio é realmente feito ao pé da letra heim?, seria Ray Charles há esqueci ele morreu, ah já sei Steve Wonder, fica essa questão para vocês pesquisarem.

O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e a contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho, ta bom ta bom, muito lindo o que está escrito em relação ao objetivo do estágio no inciso 2 da lei, porém voltando a minha área a pedagogia, muitas são as estagiárias pois é um curso onde a presença de mulheres é maior, que ao invés de presenciar o funcionamento de uma sala de aula através de atividade ou observações, fica na sala dos professores recortando bilhetes ou escrevendo recados nas agendas, e ai fica uma dúvida o que será que irá acontecer quando a mesma assumir uma sala de aula?, pois a lei não diz que o estágio prepara o trabalho, e daí vem as famosas brincadeiras para quem faz pedagogia, que é o curso que ensina a recortar e colar.

A jornada de atividade de um estágio é de 6 horas diárias ou 30 horas semanais, podendo ser definida em comum acordo entre instituição de ensino, a parte concedente e o aluno estagiário, a duração do estágio não poderá exceder 2 (dois)anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência, e pode ou não ser obrigatório, dependendo a determinação das diretrizes curriculares, da modalidade ou área de ensino.

Pois é amigos blogueiros infelizmente até para fazer estágio, muitas pessoas usam do jeitinho brasileiro de conseguir uma assinatura, mas como a questão aqui não é julgar, mas mostrar que, como as outras leis existentes em nosso país, a lei do estágio é mais uma que mostra uma grande diferença do que está escrito no papel pra realidade, para quem estiver interessado em conhecer mais da lei é só pesquisar a lei Nº11.788, de Setembro de 2008.

Por: Danilo Nogueira

Segundo a lei 11.788/2008, que regulamenta o estágio no país, este pode ser obrigatório, definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma, ou não-obrigatório, aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória.

Munida dessas informações, queria esclarecer alguns pontos sobre o estágio nos cursos de Comunicação Social. Primeira dificuldade, achar material sobre o assunto. Nos sites das Universidades, cada uma coloca a sua promessa em relação ao estágio. Na lei, nenhuma especificação sobre os cursos.

A única referência que encontrei foi no site da Universidade Federal do Paraná (www.ufpr.br), que diz: o estágio é obrigatório para os alunos de Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, sendo vetado por lei para o estudante de Jornalismo, que só poderá fazer um estágio de observação.

Obrigatório ou não, como diz a lei, o estágio tem como finalidade ajudar o estudante a facilitar sua passagem do ambiente escolar para o mundo do trabalho e tem sua importância em qualquer área de atuação, sendo fundamental para a consolidação de uma carreira.

Esse parece ser levado mais a sério em algumas áreas, como em Administração e Direito, onde além de obrigatório, é muito procurado pelas empresas, que buscam nas IES os alunos que farão parte do quadro de funcionários.

Se este estágio será de muita valia ou pouca para este futuro profissional, muitos são os fatores que contribuem para isso, tanto da parte do estagiário quanto da parte da empresa. Salário, bolsas de auxilio ou gratuidade também são opções que devem ser analisadas para a aceitação deste estágio. Cada área tem na verdade sua “funcionalidade”, ou seja, suas próprias regras e usos e aceitá-las parece ser, para o estagiário, imprescindível.

Na área de Comunicação a maioria das IES coloca o estágio como parte do currículo, mas encontram “alternativas” para sua realização.

Promessas de trabalho na Agência da própria instituição ou o trabalho de conclusão de curso contando como horas de estágio, são algumas dessas “alternativas”.

Mas vamos a realidade, uma Agência Experimental da instituição por melhor e mais organizada que seja, não parece ter estrutura para absorver a totalidade dos alunos de último ano que precisariam realizar o estágio.

Contar o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), este sim, parte do currículo, como estágio parece ser um engodo para sua realização e prejudicial à formação deste futuro profissional, que mesmo se esforçando e dedicando horas à confecção do trabalho, não terá a realidade do mercado como experiência. E esta experiência faz toda a diferença no inicio de uma carreira.

Assim como, se conseguindo uma colocação no mercado, fora da área acadêmica, este aluno ainda não estará livre de realizar o TCC.

Outra alternativa muito comum nos Cursos de Comunicação é a realização de trabalhos em outras áreas da instituição e que podem ou não contar com bolsas de auxilio, mas que servem na contagem de horas do estágio. Este é o caso, por exemplo, de alunos que se beneficiam de bolsa do CNPQ para o auxílio de professores mestrandos ou doutorandos.

Ir em busca de um estágio no mercado de trabalho é de responsabilidade do aluno que não conta com nenhum benefício da instituição. No máximo uma carta de recomendação. Painéis onde são expostos anúncios de vagas também são vistos como ajuda para essa colocação.

As leis brasileiras são benéficas e protegem a relação de trabalho que se estabelece com o estágio, reconhecendo nele um vínculo educativo-profissionalizante e como parte do projeto pedagógico e da formação do cidadão e do profissional.

Mas, apesar de todo o apoio legal, a realidade parece ser mais dura com os estudantes.

Nos últimos anos foi grande o aumento do número de IES e de cursos oferecidos e essa realidade está presente na Comunicação. O acesso as vagas está cada dia mais democrático e o número de jovens que conseguem ingressar no ensino superior cresce a cada dia no país. Mas estaria o mercado de trabalho preparado para absorver toda esta mão-de-obra?

A qualificação profissional é realidade no mercado de trabalho, mas oferecer estágio, remunerado ou não, a todos os alunos, parece ser uma realidade muito distante. Encontra-se ai uma equação ainda sem solução.

Por: BEATRIZ KERR FRANCO

Quando falamos em estágio, lembro-me de minha primeira experiência com este modelo de relacionamento entre empregado e empregador.

Jovem, recém formado e cheio de sonhos e incertezas, os novos amigos e o novo modelo hierárquico, o qual até então nunca havia experimentado, proporcionava-me uma enxurrada de aprendizados que somente quem passa por isso sabe o quanto é importante e imprescindível para nosso aprimoramento profissional e pessoal.

Claro que em qualquer nova relação, erros e acertos acontecem e neste caso não poderia ser diferente.

Dois meses após o inicio de minha contratação como estagiário, a vida me reservou um destes momentos que levamos para todo o sempre.

Meu chefe pessoa sensacional porém muito rígido e exigente, estava a mais 48 horas a frente de um computador, elaborando um programa que iria controlar toda automação do Porto de Vitória-ES.

Naquela época os computadores não dispunham da atual tecnologia e os armazenamentos dos dados aconteciam muito mais em memória volátil (a que perdemos quando o computador é desligado) que em memória não-volátil (como no caso dos hard disk, onde guardamos as informações antes de desligarmos o computador).

Eu trabalhava em uma bancada, ao lado da sala dele, testando e depurando o hardware necessário para a tal automação, onde também estava instalada a chave geral da energia de nossa sala, que deveria ser desligada todo final de dia, porém, como ele estava a dois dias dentro de sua sala e eu não sabia e não deu outra.

No final do dia eu pensei que era o último e antes de sair desliguei a chave como deveria ser....DOIS SEGUNDOS após eu desligar a chave, São Paulo ouviu um grito:

- Caaaaarrrrrrrváaaaaaallllhhhhhooooooo, quem foi o filho da mãe que fez eu perder o trabalho de dois dias.

Você que esta lendo este post, imagine minha cara !!!

Seguem abaixo os 10 erros imperdoáveis cometidos num estágio, extraído do site www.universia.com.br:

Acomodar-se
"O estudante precisa entender que o estágio serve para ele aprender e o fato de estar nesta posição significa que ele deve demonstrar interesse por novos conhecimentos. Tem muito estudante que entra na empresa e pensa: "legal, agora que passei na seleção vou relaxar." Por causa disso, assume uma postura mais passiva do que deveria. O estudante não pode ser acomodado a ponto de achar que a empresa vai adivinhar as necessidades e as dificuldades dele. Se tem dúvida, pergunte, se não entendeu, esclareça. Uma postura passiva pode ser encarada como má-vontade e falta de iniciativa. Para quem pretende evoluir ou mesmo disputar uma efetivação, estará longe de alcançar seus objetivos."
Jô Furlan - especialista comportamental

Entrar de "salto alto"
"O primeiro ponto para quem ingressa no mercado de trabalho é entender que está na condição de aprendiz. Portanto, não cabe agir como se já fosse empregado há muito tempo e questionar paradigmas ou tratar as diretrizes da empresa como se estivessem obsoletas. O estagiário deve ouvir mais do que falar. Com o tempo e com mais experiência profissional é que irá adquirir a maturidade necessária para opinar e contestar determinados pontos de vista. Tem muito rebelde sem causa que traz isso para o ambiente de trabalho. O estagiário que reclama de todas as tarefas, não se enturma e ainda por cima é resistente às políticas da empresa tem menos chance de ser bem-sucedido em relação ao candidato que é humilde, gentil e cortês".
Reinaldo Passadori - especialista em Recursos Humanos e Comunicação Verbal

Abusar de linguagem vulgar
"Em casa ou com os amigos até cabe o uso de gírias ou expressões menos elaboradas, comuns ao dialeto da juventude. No ambiente de trabalho a coisa já muda de figura. A comunicação deve ser uma preocupação constante do jovem. É pela maneira com a qual ele se comunica que suas mensagens serão recebidas e decodificadas pelo outro. Por isso, é fundamental evitar gírias e palavras que denotem baixo nível intelectual. Além do jovem ser 'percebido' de uma maneira imatura por causa da maneira como fala, uma linguagem vulgar deve ser evitada, sobretudo, porque é nesta fase que ele deve se preocupar em evoluir. O estudante tem de ler muito para ampliar seu vocabulário e ter uma pronúncia melhor. Uma comunicação eficaz poderá demonstrar seu talento, potencial e suas habilidades."
Reinaldo Passadori - especialista em Recursos Humanos e Comunicação Verbal

Prender-se ao estágio pela bolsa-auxílio
"Tem muito estudante que se preocupa mais com o quanto ganha do que com aquilo que realmente aprende no estágio. Sei que a condição do jovem brasileiro não é fácil e muito aluno depende do dinheiro para pagar os estudos. O estágio, porém, é a fase em que ele está livre para errar, fazer testes, se desiludir. É nessa hora que ele deve priorizar seu aprendizado. O valor da bolsa-auxílio, neste caso, pode ser até um revés. Se um estudante tem um bom salário para a condição de estagiário, mas desenvolve atividades pouco desafiadoras e, por vezes, até desestimulantes, ele compromete seu futuro. O jovem precisa evoluir. Ficar no estágio por causa do salário o transforma em um trabalhador braçal e não em um estudante que tem um futuro pela frente. O mercado de trabalho, por sua vez, é muito cruel nesse sentido. Se você passou pelo estágio e se prendeu aquele que pagava mais, mas que não te ensinou muito, certamente você sofrerá conseqüências no futuro".
Maria Ester Pires da Cruz - consultora do Ibmec Carreiras do Ibmec São Paulo

Adotar postura inflexível
"Uma competência fundamental que o estagiário dever ter é flexibilidade para mudanças. Atualmente, as empresas são muito dinâmicas, logo, as prioridades de trabalho mudam rápido demais e o estagiário pode não acompanhar ou até mesmo não entender. É interessante que ele tenha essa competência, pois assim, evita-se que ele fique frustrado em algumas situações ou tenha a impressão de que nunca consegue terminar suas atividades ou projetos. Uma sugestão para o estagiário é conversar sempre com seu tutor/gestor e procurar entender o que acontece no momento e quais são as prioridades de trabalho."
Felícia Duarte - gerente de projetos da Cia de Talentos

Ser individualista
"Procure desenvolver suas atividades de bem com a vida e com seus colegas dentro da empresa. Isso significa que você deve ser pró-ativo, deve estar sintonizado com o mercado, precisa ser curioso e sempre trazer outras idéias para o grupo. Entenda que no ambiente de estágio (ou de trabalho) todas as funções são importantes, portanto, valorize as suas atividades e a de seus colegas. Procure agregar e, se possível, tenha envolvimento com projetos de outras áreas. Lembre-se: sozinho ninguém muda nada."
Rossano Lippi - diretor da Central de Estágios Gelre

Deixar o trabalho para depois
"O estágio é o momento em que o estudante deve trabalhar em tempo real, quer dizer, não deixar para depois o que ele pode fazer hoje. Em geral, somos avaliados sobre aquilo que produzimos. Se produzirmos rápido (e com qualidade) isso pode ser um ponto a favor em relação aos demais estagiários na hora da empresa optar entre um e outro para fazer parte de um novo projeto ou até mesmo na hora de decidir quem será efetivado."
Suzy Fleury - Psicóloga e consultora empresarial

Ter vergonha de perguntar
"Não tenha vergonha de perguntar o que não sabe. É muito importante exercitar a curiosidade mesmo que se trate de assuntos que não estejam diretamente ligados à sua área de atuação. Lembre-se que o estágio é uma oportunidade não só de demonstrar as suas competências, mas também de adquirir novos conhecimentos. Aliás, a curiosidade (ou a sede de aprender) é um diferencial que não deve ser perdido nunca, pois constitui uma das características fundamentais do profissional de sucesso. Só tenha o cuidado de escolher a hora certa para fazer suas perguntas, para não atrapalhar as atividades de quem vai responder."
Celso Dutra - gerente de Recursos Humanos do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola)

 Perder tempo na internet (orkut, e-mail, MSN)
"Administre bem o seu tempo. Chegar antes e sair depois de todos não é sinônimo de dedicação e competência. Cuidado com o tempo perdido com e-mails e com a navegação na Internet. O estagiário deve se perguntar ao final de cada dia: "Eu dei lucro ao meu empregador hoje? Se a resposta for afirmativa, você está no caminho certo."
Tom Coelho - especialista em carreira e conteúdo motivacional

 Fugir das responsabilidades
"Ao conversar com gestores de grandes empresas muitos deles reclamam da postura profissional de estudantes de universidades clássicas e conceituadas. No dia-a-dia no estágio, ele se comporta como se não precisasse se esforçar, imagina que a boa fama de sua universidade de origem seja suficiente. O estagiário, porém, deve ter claro que esta é a fase em que ele abrirá portas para o mercado. É preciso estar atento, aproveitar oportunidades e decidir com maturidade o que é mais importante em cada momento. O estudante não pode ser inconseqüente a ponto de executar mal uma tarefa, priorizar compromissos secundários ou simplesmente culpar outros pelos seus erros. Quem tem esse tipo de comportamento não se sustenta por muito tempo."
Carmem Alonso - psicóloga e coordenadora de treinamento para clientes do NUBE (Núcleo Brasileiro de Estágio)

Por: Marcio Oliveira

O mundo globalizado trouxe a tecnologia para o cotidiano das pessoas. Vivemos na sociedade da informação. Essa sociedade exige de seus cidadãos novas competências para acessar, avaliar e construir conhecimento com a informação que se encontra disponível. Cada vez mais escolas e Instituições de Ensino Superior tem buscado utilizar a educação tecnológica como uma ferramenta para a formação do aluno.
O que será discutido neste texto é papel do professor, o agente principal desta educação, que terá como objetivo levar aos seus alunos uma formação tecnológica com conteúdo que possibilite aproveitar e por em prática no seu dia a dia o que foi aprendido, tornando-os não só melhores alunos mas também cidadãos preparados para viverem nesta sociedade.
A educação tecnológica como recurso para educar, para muitos professores ainda é uma inovação e mais um desafio que terão que enfrentar em sala de aula, pois muitos não tiveram em sua formação um contato com as novas tecnologias que proporcionasse uma bagagem que os capacitasse a lecionar neste novo ambiente.
Algumas questões podem ser levantadas neste momento: como o professor que não tem uma formação tecnológica poderá proporcionar aos seus alunos um ambiente de ensino favorável através da tecnologia? Quais pré-requisitos poderá utilizar para a elaboração de um plano de aula? Como será a qualidade da aula desse professor que não tem esse conhecimento tecnológico?
Para que o professor possa responder a essas perguntas o primeiro passo é analisar se a sua formação e experiência de sala de aula o capacitam a lecionar uma aula com recursos tecnológicos. Quais conhecimentos a respeito do assunto ele possui e quais ainda tem que buscar. A adaptação a essas novas tecnologias exige que os professores desenvolvam uma autonomia para continuar a aprender sempre.
O professor tem que se conscientizar que é apenas uma fonte de informação, entre muitas outras e que está o tempo todo concorrendo com um mundo externo a sala de aula muito mais atrativo e cheio de estímulos. Porque então muitos professores e especialistas em educação ainda resistem a essa mudança? Comodismo? Medo de não serem mais necessários? Certo é que a tecnologia está presente e não veio para substituir o professor e sim para agregar, para se tornar mais uma ferramenta no processo, no qual o papel do professor sempre será necessário como orientador dessa aprendizagem.
Outro passo para a qualidade é buscar conhecer sobre as novidades e opções que a educação tecnológica proporciona e saber relaciona-las com os conteúdos dados em sala de aula. De nada adianta usar esses recursos simplesmente para tornar a aula mais atrativa e mais fácil se a relação deste uso com o conteúdo não ficar muito clara e não auxiliar no alcance dos objetivos pretendidos.
O professor também pode se valer dos conhecimentos prévios que seus alunos trazem para enriquecimento das aulas, tendo uma percepção sobre o que a turma conhece sobre tecnologia e garantindo uma aula com mais qualidade. Os recursos devem ser usados para facilitar a comunicação com o aluno e proporcionar nele um papel mais ativo em relação a sua aprendizagem.
Muitas são as opções que o professor pode utilizar em uma sala de educação tecnológica, porém o fator decisivo para que ele tenha sucesso em suas aulas é a reflexão daquilo que foi ensinado no que se refere aos pontos positivos e pontos negativos.



Reflexão sobre a Segurança e Educação Tecnológica: (Macio Oliveira)




Robótica Educacional: (Danilo Nogueira)


Ola amigos,


Este post mostra como podemos colocar áudio no blog (podcast) sem a necessidade de instalar qualquer tipo programa auxiliar no seu computador.


Antes porem, vamos conceituar os ambientes que estamos trabalhando para não nos perdermos.

 Este blog que você esta lendo, guarda estas informações no servidor que esta localizado no site www.blogger.com, pois até o momento (10/10/2009), não é possível postar áudio neste servidor, logo precisaremos usar um segundo servidor para este fim.


 Para isso vamos utilizar o www.4shared.com que é um serviço gratuito de armazenamento de dados, que além de permitir que você guarde arquivos do tipo MP3, também permite que você os ouça sem a necessidade de baixa-los para seu computador.

Sendo assim, teremos o texto do post no servidor BLOGGER e o áudio no servidor 4SHARED. Simples não?

PS. Não entrarei em detalhes de como criar o blog nem de como colocar o áudio no 4sahred. Para isso basta ler os tutorias dos respectivos serviços.

Para colocar o áudio no seu blog, basta copiar o link EMBED do 4sahred no texto do seu blog. (O link é o último dos quatro mostrados abaixo)



Para exemplificar, copiei o link EMBED da música Dire Straits - SULTANS OF SWING.mp3 e colei neste post. O resultado é este player que você esta vendo aqui:



Para ouvir a música, basta clicar no player. Fácil não ???!!!!!


É isso galera, até sábado.


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